quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Liverpool Football Club


Fundado em 15 de março de 1892 e também é conhecido por The Reds ou Scousers, é um dos principais clubes de futebol da Inglaterra e do mundo. Seu estádio, o Anfield Road, tem capacidade de 45.276 torcedores e está localizado na cidade sede do clube, Liverpool.
O atual presidente é John William Henry e o treinador, Kenny Dalglish.

Elenco:
- Goleiros: Brad Jones (01), Pepe Reina (25) [C³] e Doni (32)
- Zagueiros: Daniel Agger (05), Sebastián Coates (16), Danny Wilson (22), Jamie Carragher (23) [C²] e Martin Škrtel (37)
- Laterais Direitos: Glen Johnson (02), Martin Kelly (34) e John Flanagan (38)
- Laterais Esquerdos: Fábio Aurélio (06), Jack Robinson (49) e José Enrique (03)
- Volantes: Jay Spearing (20), Lucas Leiva (21) e Steven Gerrard (08) [C]
- Meio-Campistas: Maxi Rodríguez (11), Jordan Henderson (14), Stewart Downing (19), Charlie Adam (26) e Jonjo Shelvey (33)
- Atacantes: Luis Suárez (07), Andy Carroll (09), Dirk Kuyt (18) e Craig Bellamy (39)

O uniforme titular é camisa vermelha, calção e meias vermelhas. Os uniformes alternativos são: 2º - Camisa cinza escuro, calção e meias cinzas de tom escuro; 3º - Camisa branca, calção branco e meias brancas.
O uniforme dos goleiros são: Preto com detalhes laranjas, cinza com detalhes roxo ou roxo com detalhes azuis.

Títulos:
Continentais
5 Ligas dos Campeões da UEFA
3 Copas UEFA
3 Supercopas Europeia
Nacionais
18 Campeonatos Inglês
7 Copas da Inglaterra
7 Copas da Liga Inglesa
15 Supercopas da Inglaterra
(1986 - Título compartilhado)
4 Segunda Divisão Inglesa
Outras Conquistas
1 Dallas Cup
2 National Masters de Showbol

O Liverpool está envolvido em duas das páginas mais terríveis da história do futebol europeu: em 29 de maio de 1985, em Bruxelas na Bélgica aconteceu a tragédia de Heysel, quando 39 pessoas, foram mortas devido a acidentes causados por hooligans ingleses no estádio de Heysel e em 15 de abril de 1989, no estádio Hillsborough em Sheffield, quando Liverpool e Nottingham Forest jogavam, 96 pessoas, morreram no que ficou conhecido como o Desastre de Hillsborough. O Liverpool foi um dos fundadores do extinto G-14, grupo dos principais clubes do futebol europeu, e um dos novos membros da Associação Europeia de Clubes.

Hertfordshire, 24 de agosto de 1988

Rupert Alexander Lloyd Grint. Ator. Filho de Nigel Grint e Jo Parsons, possui um irmão, James, três irmãs, Georgina, Samantha, e Charlotte, e ficou conhecido mundialmente por interpretar Rony Weasley nos filmes da saga Harry Potter.
Rupert estudou na escola primária St Josephs em Hertfordshire, época em que surgiu seu interesse pelo teatro. Teve aulas de drama por dois anos e, logo que começou a se apresentar em produções da escola, juntou-se o Palco Top Hat e da Screen School, um grupo de teatro local, que o colocou como um peixe na arca de Noé e um burro em outro jogo de natividade, onde permaneceu até ele ir a Richard Hale School.
Por ser um grande fã dos livros Harry Potter, Rupert, ao ouvir em um de seus programas favoritos, "Newsround", que estavam procurando garotos para o papel de Rony Weasley, imediatamente mandou sua foto e um auto-resumo, com esperança, mas não grandes expectativas. Após algumas semanas sem uma resposta, descobriu que outros garotos estavam mandando vídeos deles mesmos para aumentar as chances de conseguir o papel. Assim, gravou um vídeo onde cantava um rap sobre Rony e porque queria o papel, e um trecho do livro no qual interpretava o jovem bruxo. Após vários testes Rupert foi chamado para o papel. Quando soube ele quase desmaiou.
Rony sempre foi seu personagem preferido, pois ele se identificava com o bruxinho por causa dos dois terem cabelos ruivos, adoram doces, terem vários irmãos e pelo medo de aranhas.
Além dos filmes da saga, Rupert Grint também trabalhou em outros longas como: Thunderpants, Driving Lessons, Cherrybomb, Wild Target e Into the White.

Os Anglo-Saxões


Por volta de 450 d.C., os anglo-saxões iniciaram sua migração para a Bretanha vindos da Dinamarca e do norte da Germânia. Eles eram uma sociedade de guerreiros imponentes, com crenças politeístas e idolatravam animais como o javali, o cavalo e o veado.
Os anglo-saxões acreditavam em um destino predeterminado, conhecido como wyrd. O conceito era personificado nas três irmãs Wyrd, ou Nornas, que teciam a teia do destino (assim como acreditava-se que as Parcas Gregas podiam fiar, medir e cortar o fio de cada vida humana).
Os cavalos eram sagrados para os anglo-saxões e representavam grande prosperidade e dignidade. As lendas contam sobre Hengist ("garanhão") e Horsa ("cavalo"), os deuses gêmeos que haviam comandado a invasão da Bretanha. Enormes cavalos de giz entalhados nos declives dos morros no sul da Inglaterra, como aqueles em Uffington e Westbury em Wiltshire, são considerados de origem anglo-saxônica.
O javali era uma símbolo anglo-saxão de proteção e realeza. Era associado com Frô, um deus da monarquia e da fertilidade. Os guerreiros carregavam sua imagem em seus capacetes, acreditando que isso traria a força do javali para quem estivesse usando o capacete. Em Yuletide, para marcar o dia mais curto do ano, votos solenes eram feitos sobre o Javali de Yule, que era, então, sacrificado: acredita-se que ele iria direto para os deuses, levando votos consigo, enquanto sua carcaça era assada e servida com uma maçã na boca, simbolizando o renascimento da deusa do sol.
O veado era um símbolo nobre para o rei anglo-saxão e sua liderança. Uma vara montada com a cabeça de um veado olhando para o sol era costumeiramente erguida para maldizer ou insultar o inimigo.
O festival da deusa da fertilidade, Eostre, era celebrado na primavera e ela deu o nome à comemoração cristã da Páscoa. Seu animal era a lebre ou o coelho - a origem do Coelho da Páscoa moderna: de acordo com a lenda ela transformava um pássaro congelado no inverno em um coelho que, por gratidão, continuava a colocar ovos toda primavera.

(Almanaque Ilustrado - Símbolos de Mark O'Connell e Raje Airey)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O garoto que não queria crescer


Todas as crianças crescem, exceto Peter Pan.

Todos conhecem o menino que se recusa a crescer. Os irmãos Wendy, João e Miguel. A Terra de Nunca, uma ilha mágica que, segundo Peter, para chegar à ela é preciso voar para "à segunda estrela à direita e então direto, até amanhecer". O temido Capitão Gancho, seus piratas e o crocodilo Tic Tac. Os meninos perdidos e a linda fada Sininho. O que muitos não sabem é a origem dessa fabulosa história infantil que vem conquistando crianças há um século.
O personagem foi criado por J. M. Barrie para sua notória peça de teatro intitulada Peter and Wendy, que originou um livro homônimo para crianças publicado em 1911. Barrie criou Peter Pan quando contava histórias aos filhos da sua amiga Sylvia Llewelyn Davies. O nome provém de duas fontes: Peter Llewelyn Davies, o mais novo dos rapazes naquela época e de Pan, o malévolo deus grego das florestas.
Algumas pessoas dizem que Barrie pode ter se inspirado em seu irmão mais velho, David, que morreu acidentalmente aos 13 anos quando patinava no gelo, para criar o personagem. Tendo David morrido tão jovem, permaneceria um rapaz para sempre.
"Em 1929, Barrie deu um presente extraordinário para a sua instituição da caridade favorita. Doou todos os direitos autorais de Peter Pan para o Great Ormond Street Hospital, um hospital londrino para crianças. Isso signifacava que, sempre que alguém encenasse uma produção da peça ou comprasse um exemplar de Peter Pan and Wendy, o hospital ficaria mais rico, em vez de Barrie. Ao longo dos anos, verificou-se que o presente fora mais valioso do que ele jamais poderia imaginar. (...)" nota da editora Salamandra no livro Peter Pan escarlate.

Estátua de Peter Pan tocando flauta - Kensington Gardens (Londres)

Kensington Gardens


Reconhecido como um dos Parques Reais de Londres, o Kensington Gardens está localizado em área pertencente aos bairros de Cidade de Westminster, e Kensington e Chelsea. Tem 1,1 km² de extensão e fica ao lado do Hyde Park, sendo muitas vezes considerado parte deste apesar de serem divididos por uma alameda, The Ring.


A parte oeste do Hyde Park foi comprada em 1689 por William III. O rei, que sofria de asma, e achou a área tranquila e com o ar limpo, decidindo então usar os serviços do famoso arquiteto Christopher Wren para ali construir o Palácio de Kensington. Logo após a construção toda a corte foi transferida para a nova residência real. Anos mais tarde, sob o reinado da rainha Anne, o palácio teve seus jardins expandidos em 30 acres.


Sua forma atual foi adquirida no século XVIII, quando a esposa do rei George II, Carolina de Ansbach, criou o lago Serpentine. No reinado da rainha Victoria foram criados os jardins italianos e o Albert Memorial, um tributo ao seu esposo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A Rosa Branca e a Vermelha



1455 - 1485. A Guerra das Duas Rosas, trinta anos de batalhas esporádicas que envolveu as famílias de York e Lancaster, descendentes de Eduardo III, na luta pelo trono da Inglaterra. O nome do conflito dá-se pelos símbolos das facções, os Lancaster representados pela rosa Vermelha e os York pela Branca. Nesse período reinaram Henrique VI, Eduardo IV e Ricardo III.


Tudo começou por causa da menoridade de Henrique VI, gerando a disputa da aristocracia pelo controle do poder. Havia uma rivalidade entre dois aspirantes ao trono: Edmundo Beaufort, duque de Somerset, da casa de Lancaster, e Ricardo Plantageneta, terceiro duque de York. Apesar da controvérsia, Henrique VI da casa de Lancaster assumiu em 1442, e a partir daí iniciaram-se vários conflitos.
Em 1460, apesar da vantagem dos Lancaster, Ricardo de York venceu os exércitos da Rosa Vermelha e reclamou para si o trono. Entretanto, fora assassinado e seu filho aclamado rei. As duas rosas então voltaram a se enfrentar, e após as batalhas de Towton e de Saint Albans, o filho de Ricardo foi coroado Eduardo IV, o primeiro rei originário de York.
A guerra estava longe de terminar. Os Lancaster mantinham uma resistência, mas Eduardo IV apagou os focos de revolta e reinou com mão pesada. O poderoso Warwick influenciou os primeiros anos do reinado de Eduardo IV, mas os dois nobres divergiram após o casamento do rei, e a ruptura ocorreu em 1467. Eduardo também deu as costas para outros aliados, como seu irmão, o duque de Clarence. Os dois nobres descontentes foram decisivos em 1469, quando mudaram de lado. Nesse ano Warwick, à frente de força militar, derrotou o exército do rei em Edgecote e o aprisionou. A manobra, no entanto, falhou e Warwick refugiou-se na França, onde se reconciliou com Margarida de Anjou, esposa de Henrique VI. Warwick voltou à Inglaterra em setembro de 1470, depôs Eduardo IV, que fugiu para os Países Baixos, e Henrique VI reassumiu o trono (o poder era efetivamente exercido, no entanto, por Ricardo Neville, agora conde de Warwick). A posse do trono ficou entre Henrique VI e Eduardo IV durante vários anos, alternando-se a cada vitória das Casa de York e Lancaster. Em 1483 a guerra sofreu uma brusca parada quando Eduardo IV foi morto. Seu filho mais velho, Eduardo V, foi afastado pelo jovem tio do rei, Ricardo, Duque de Gloucester, que poucos meses depois assumiu o trono como Ricardo III.





Nesta altura a Casa de Lancaster apoiou as pretensões ao trono de Henrique Tudor, senhor de Richmond. As disputas terminaram em 1485, quando Henrique desembarcou na Inglaterra com 5 mil homens e marchou para depor o rei. Os dois se encontraram em Bosworth. O exército dos York tinha 10 mil soldados, o dobro da armada adversária. Ricardo III foi morto no campo de batalha. Apesar da disparidade, Henrique Tudor venceu a celebre batalha de Bosworth Field e foi coroado como Henrique VII. Casou-se com a filha mais velha de Eduardo IV, Elizabeth de York, e deu início à Dinastia Tudor, juntando as duas facções sob o símbolo das Duas Rosas unidas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Old English

Também conhecido como anglo-saxão, o inglês antigo é uma forma primitiva da língua inglesa. Foi falada entre os séculos V e XII na região da Inglaterra e do sul da Escócia. Nesse período assimilou aspectos do francês e de dois dialetos noruegueses pelo contato com os invasores vikings que ocuparam e controlaram o Danelaw no norte e no leste da Inglaterra.